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Maldições

Uma maldição é uma oração ou invocação expressando o desejo de que a desgraça, o infortúnio, danos físicos, grandes males, etc. recaiam sobre outra pessoa, local, coisa, clã, nação, etc. Também se diz que pessoas são amaldiçoadas quando a desgraça recai sobre elas regularmente, ou em aparente desproporção ao restante de nós.

Maldições parecem ter regularmente feito parte de antigas culturas, e podem ter sido uma maneira de afugentar inimigos e de explicar as aparentes injustiças do mundo. Não há nenhuma evidência de que alguém tenha com sucesso invocado poderes ocultos para causar o mal a outros, mas há evidências de que aqueles que acreditam ter sido amaldiçoados possam ter se tornado infelizes, através da exploração desta crença. O medo e a tendenciosidade humana para a confirmação e o pensamento seletivo, podem às vezes levar aquele que acredita a confirmar a maldição.

A crença em maldições pode tornar mais fácil explicar por que coisas ruins freqüentemente acontecem a boas pessoas: elas estão amaldiçoadas devido a algum mal que algum ancestral causou. Um pouco de reflexão, entretanto, deveria mostrar que essa não é uma explicação muito satisfatória. Se forem Deus ou a Natureza quem está realizando a maldição, nenhum dos dois parece muito justo em punir os filhos pelos pecados de suas mães e pais.

A maldição é um dos temas favoritos da literatura. Quem não foi apresentado à maldição da casa de Pélope? Ou não viu escritores como Faulkner ressuscitarem o tema da maldição de famílias? O Antigo Testamento é uma ladainha de maldições. No Novo Testamento, até uma figueira é amaldiçoada.

A maldição também é um tema favorito da mídia de massas, sempre que algo de ruim acontece com alguém do clã dos Fitzpatrick/Kennedy (FK). A assim chamada "Maldição dos Kennedy" é uma criação da mídia. O clã dos FK não é mais amaldiçoado do que foi amaldiçoada alguma família africana destruída pela escravidão, ou alguma família judaica destruída pelo Nazismo. A mídia gostaria que acreditássemos que o clã dos FK sofreu uma quantidade desproporcional de desgraças. Suas desgraças certamente são desproporcionalmente públicas, mas isso porque o clã é rico e famoso, não porque é amaldiçoado. Suas desgraças têm sido desproporcionalmente influentes porque alguns membros do clã têm sido desproporcionalmente influentes.

Em sua tentativa de reforçar o mito da maldição dos Kennedy, a mídia tem incluído males causados a eles próprios como "tragédias". Ficar bêbado e abandonar uma garota para se afogar é uma tragédia para a família da garota, não para o clã dos FK. Morrer em um desastre de avião quando não se deveria estar pilotando, forçar sexo num encontro, comportamento descuidado numa rampa de esqui, ter um caso com sua babá, ser preso por posse de heroína e morrer de overdose não são tragédias. A vida mulherenga, o fiasco da Baía dos Porcos, trabalhar para Joe McCarthy e envolver os Estados Unidos militarmente no Vietnã, foram comportamentos escolhidos. Se houver uma maldição aqui, é a maldição do excesso de dinheiro, poder e tempo livre, combinados com disposição para correr riscos.

Se for levado em conta o tamanho do clã dos FK, sua riqueza, suas extraordinárias conquistas e sua propensão para correr riscos, então suas desgraças não parecem tão desproporcionais. A mídia gostaria que acreditássemos, entretanto, que se um membro deste clã morrer na guerra, contrair câncer, ou tiver uma doença mental, é porque eles estão amaldiçoados. Se eles estão amaldiçoados, então também estão milhões de outros que sofrem o mesmo destino.

Se alguém na família foi amaldiçoada, foi Rose Fitzgerald Kennedy, que chegou aos 104 anos.

As 13 Maldições (O Exorcista)

O Exorcista (1973)

1. A primeira morte

No filme de estréia da saga, o ator Jack MacGowran é o primeiro a morrer na história, despencando de uma tenebrosa escadaria. Uma semana após terminar de gravar MacGowran morreu mesmo. Dizem que vítima de pneumonia. Será

2. Azar contagiante

Muitas "tragédias" ocorreram com o "amigo do amigo do amigo". O ator Max von Sydow, o padre Merrin, mal começou a gravar quando soube que seu irmão havia morrrido. A esposa grávida de um assistente de câmera perdeu o bebê. Epor aí vai...

3. Equipe dos diabos

A equipe técnica sofreu horrores durante a produção. O homem que refrigerava o quarto onde aconteceu as cenas de possessão morreu de maneira inexplicável. Um vigia noturno que cuidava dos cenários foi morto a tiros durante uma madrugada. Um carpinteiro cortou o polegar fora. Outro serou o dedão do pé. Imprudência no trabalho. Não, culpa do diabo!

4. Puxada infernal

A atriz Ellen Burstyn, que fazia a mãe da garotinha endiabrada, sofreu uma grave lesão na cena em que é atirada para longe pela filha. A culpa é tanto do demônio quanto do diretor Willian Friedkin, que instrui o técnico responsável por puxá-la com a corda a "dar tudo de si"

5. Dublagem maldita

A atriz Mercedes McCambrige ingeriu ovos crus, fumou igual uma chaminé e fez o diabo pra ficar com a voz rouca e demoníaca da meninha possuída. Mas os produtores "esqueceram" de colocar o nome dela nos letreiros do filme. A atriz processou o estúdio - só para saberem que não se brinca com o demo!

6. Vingança musical

O argentino Lalo Schifrin compôs uma trilha sinistra para O Exorcista, mas o diretor Friedkin achou o trabalho muito... chinfrim. Preferiu então usar o tema de piano já pronto ("Tubular Bells"). Schifrin vendeu a trilharejeitada para o filme A Casa do horror(1979). Resultado: recebeu indicações ao Oscar e ao Globo de Ouro, coisa rara para um filme de terror!

O Exorcista II: O Herege (1977)

7. Antes nunca do que tarde

John Boorman foi a primeira escolha para dirigir O Exorcista, mas recusou a oferta. Anos depois, assumiu as rédias de O Exorcista II - o Herege. Durante as filmagens, contraiu uma infecção respiratória e passou mais de um mês de cama. Quando tentou pular fora da roubada, foi ameaçado de processo judicial pelo estúdio e concluiu o filme contrariado

8. Papel de peso

A menininha meiga do primeiro filme virou uma mocinha rechonchuda em O Exorcista II. Se alguém desconfiava que a jovem atriz Linda Blair era talentosa, ela fez questão de pulverizar essas suspeitas. O filme marca o início de sua decadência ruma os ostracismo e a um corpo em forma... de pêra!

9. Xô, imitações

Se você acha O Exorcista II ruim (e ninguém aqui afirma o contrário!), precisa ver as imitações bisonhas que surgiram em toda parte do mundo. Aliás, precisa não. É melhor evitar. Coisas como Abby (a versão "black power" de O Exorcista), Seytan (a imitação cena a cena feita na Turquia) e Jadu Tona (produção hindu com muito canto e dança). Devem irritar até o próprio capeta!

O Exorcista II (1990)

10. Sem pé nem cabeça

O Exorcista III não é uma sequência dos anteriores. Ou melhor não era para ser. O filme se baseia no livro O Espírito do Mal, de William Peter Blatty, autor do primeiro O Exorcista, que aqui também brinca de diretor. Foi idéia dos produtores trocar o título e inserir referências ao clássico de 1973. O enredo se inspirou nun serial killer verdadeiro, confundindo ainda mais as coisas

O Exorcista: O Início (2004)

11. Convite macabro

John Frankenheimer (Operação França II, Ronin) era um direitor respeitado em Hollywood. Isso até esnobar o convite para dirigir Exorcista: o Início. Respondou um sonoro "não" aos executivos do estúdio e acabou fulminado por um derrame apenas um mês depois.

12. Fim de carreira

A carreia de Paul Schrader ia mal quando ele teve a boa chance de dirigir Exorcista: o Início. Mas sua abordagem mais psicológica não fez a cabeça dos produtores. Ele foi demitido e deu lugar a Renny Harlin, que, precavido, já disse acreditar na maldição da saga

13. Marcha fúnebre

Michael Kamen (Máquina Mortífera, X-Men) foi o primeiro compositor cogitado para cuidar da trilha sonora do novo filme, antes de Christopher Yung assumir o posto. Kamen sofreu um ataque cardíaco fulminante em 2003. O músico, porém, já flertava com o perigo: em 1999, gravou com a banda Metallica, aquela que estorou nas paradas de sucesso após vender a alma ao diabo...

Gato chamado 'Sortudo' cai do 26º andar e sobrevive nos EUA


Gato chamado Lucky caiu do 26º andar e sobreviveu.


Felino estava caminhando no parapeito da janela quando caiu. Cena foi filmada por dois homens que estavam em um andaime.

Um gato chamado Lucky (Sortudo em inglês) teve realmente um dia de sorte. O felino caiu do 26º andar do apartamento de sua proprietária em Nova York, nos Estados Unidos, e sobreviveu, segundo reportagem da emissora "ABC News".

O incidente aconteceu quando a dona do gato, Keri Hostetler, estava arrumando o apartamento em Manhattan, pois iria receber visitas.

Após abrir a janela do quarto, algo que nunca tinha feito, sem que ela percebesse, o felino entrou no quarto, subiu na janela e acabou caindo.

Dois homens que estavam em um andaime do outro lado da rua acabaram filmando a queda do felino. Lucky estava caminhando no parapeito da janela quando caiu. Apesar da queda, o gato não sofreu nenhum ferimento.

Keri disse que "foi seu pior dia". "Se você tem filhos, eu imagino que é um pouco semelhante à relação que tenho com meu animal de estimação, já que não tenho filhos ainda. Ele é incrível", destacou a mulher, segundo a emissora americana.


Retirado de:http://phenomenonpoltergeist.blogspot.com

Egito mostra múmias recém-encontradas


Arqueólogos no Egito mostraram novas imagens de sarcófagos descobertos nas últimas semanas em escavações em uma colina ao sul da capital, Cairo. O chefe da equipe de arqueólogos egípcios, Abdel-Rahman Al-Ayedi,disse: "Nós descobrimos 53 tumbas de pedra. As tumbas continham caixões de madeira e, dentro deles, encontramos vários sarcófagos de múmias coloridos."


Segundo ele, as múmias datam de milhares de anos, incluindo vários períodos da Antiguidade egípcia.Algumas das tumbas foram construídas encima de cemitérios de eras anteriores. Os arqueólogos dizem que as escavações perto do oásis de Fayoum mostram que o ritual da morte foi ficando cada vez mais elaborado a cada dinastia.Nos últimos meses foram descobertas várias múmias no Egito. Os arqueólogos esperam começar em breve escavações na costa norte do país. Eles procuram a tumba de Cleópatra.



Fonte: BBC

Cientistas anunciam avanço em criação de 'manto de invisibilidade'

Os minúsculos furos em toda a capa curvam a luz em volta do volume escondido


Cientistas americanos conseguiram criar uma nova versão de uma espécie de "capa de invisibilidade", que torna objetos tridimensionais invisíveis sob luz infra-vermelha.

O manto criado pela equipe, do formato de um lenço com vários buracos, foi capaz de cobrir um objeto dando a impressão visual de que não estaria cobrindo objeto algum.

Segundo os cientistas, o "manto de invisibilidade" cancela a distorção produzida pelo volume do objeto que é escondido debaixo dela ao "curvar" a luz em volta deste volume, como água em volta de uma pedra, e, com isso, criar a ilusão de uma superfície lisa.

Os cientistas afirmam que conseguiram um avanço importante em relação a estudos anteriores pelo fato de não terem usado metais no manto.

Em 2006, uma equipe de cientistas britânicos e americanos testou uma versão anterior de um "manto de invisibilidade" em laboratório.

O "manto" - na verdade um equipamento circular, feito com dez anéis de fibra de vidro cobertos com materiais à base de cobre - fez com que as ondas emitidas pelo radar se desviassem do objeto e se reencontrassem do outro lado, como se tivessem passado por um espaço vazio.


Silício


Os cientistas, desta vez, também usaram um dielétrico - um material isolante - que absorve menos luz.

Neste projeto trabalharam Michal Lipson e sua equipe na Universidade Cornell, e o professor de engenharia mecânica da Universidade de Berkeley, Xiang Zhang e uma das equipes descreveu o processo na revista especializada Nature Materials.

"Basicamente, estamos transformando uma linha reta de luz em uma linha curva em volta da capa, então você não percebe qualquer mudança em seu caminho", explicou Zhang.

"Metais introduzem perda (de luz), ou reduzem a intensidade da luz", acrescentou o professor. Esta perda de luz pode levar a manchas escuras quando se coloca a capa sobre um objeto.

De acordo com Zhang, o uso do silício nesta capa, um material que absorve pouca luz, foi uma "grande evolução".

Segundo o professor Zhang a capa "muda a densidade local" do objeto que cobre.

"Quando a luz passa do ar para a água, ela se curva, devido à densidade ótica, ou índice de refração", disse o professor à BBC.

"Então, ao manipularmos a densidade ótica de um objeto, podemos mudar o caminho da luz de uma linha reta para qualquer outro caminho que escolhermos."

O novo material consegue este feito devido aos minúsculos furos, perfurados estrategicamente em uma folha de silício.


'Perfil'


A equipe de Zhang conseguiu "decidir qual o perfil" do objeto escondido alterando a densidade ótica com os furos.

"Em algumas áreas vamos perfurar muitos furos e, em outras, eles são bem mais escassos. Onde há mais furos, há mais ar do que silício, então a densidade ótica do objeto é reduzida", afirmou Zhang.

"Cada furo é muito menor do que o comprimento de onda da luz. Então a luz ótica não 'vê' um furo - apenas vê uma espécie de mistura de ar com silício. Então, no que diz respeito à luz, nós conseguimos ajustar a densidade do objeto."

O professor destacou que o "manto de invisibilidade" que ele e sua equipe criaram é muito pequena, apenas alguns milésimos de milímetro de lado a lado. Mas existem usos até para uma "capa de invisibilidade" deste tamanho.

Este dispositivo pode ser usado, por exemplo, na indústria eletrônica, para esconder falhas em cópias complexas ou em "máscaras", espécie de plantas que determinam como o processador deve ser.

"Isto pode significar uma economia de milhões de dólares para a indústria. Poderia permitir que eles corrigissem falhas ao invés de produzir novas máscaras", afirmou Zhang.

Historiador diz que Jack, o Estripador foi invenção de jornal


Um historiador britânico chegou à conclusão de que Jack, o Estripador, o suposto assassino de pelo menos cinco prostitutas no final do século XIX no leste de Londres, não foi uma, mas várias pessoas, e que esse personagem foi uma invenção de um jornal sensacionalista.

Andrew Cook, que investigou o mais famoso assassino em série da história de Londres, afirma que os cinco brutais homicídios atribuídos a Jack, o Estripador e que causaram uma onda de pânico em 1888 entre as mulheres da capital foram obra de diferentes criminosos.

Em seu livro Jack the Ripper: Case Closed (Jack, o Estripador: Caso Encerrado, em tradução livre), Cook cita o testemunho do médico legista Percy Clark, da delegacia de Whitechapel, que examinou pessoalmente os corpos das cinco vítimas.



Quando perguntado pelo jornal East London Observer sobre os crimes alguns anos depois, em 1910, Clark disse que "um homem foi responsável (do assassinato) por três, mas provavelmente não por todos os casos".

O policial Thomas Arnold, que trabalhou na investigação dos assassinatos, também teria dito ao se aposentar que nunca considerou a hipótese de a prostituta Mary Kelly ter sido morta por Jack, o Estripador.

Segundo Cook, o verdadeiro beneficiado pelos assassinatos foi o jornal The Star, lançado na época dos crimes e que foi o primeiro a sugerir, após o assassinato de três mulheres, que o responsável pelas mortes era a mesma pessoa.

Graças ao tratamento sensacionalista do caso, o sensacionalista The Star fez com que suas vendas subissem para 232 mil exemplares por dia.

Mas quando um sapateiro local que o jornal tinha identificado como principal suspeito dos crimes foi posto em liberdade por falta de provas, as vendas despencaram.

Segundo Andrew Cook, o Star então respondeu publicando uma carta cujo autor, que assinava Jack, o Estripador, se vangloriava pelos assassinatos, mas um especialista em caligrafia sustenta que a carta foi escrita por um jornalista do jornal chamado Frederick Best.

A macabra lenda de Jack, o Estripador alimentou a fantasia de várias gerações e se transformou até mesmo em uma atração turística para Londres, que oferece tours guiados pelos locais da Inglaterra victoriana que serviram de palco para os crimes.


Fonte: Terra/Daily Mail